Não se case para ser feliz…

Não case para ser feliz…
Em um mundo onde a regra é “ser feliz” lidar com uma sentença como essa traz certa confusão… É claro que a felicidade está intrínseca, mas se o foco for fazer o outro feliz e os dois alegrarem ao Senhor, com certeza há melhores chances de se ter um casamento bem sucedido! A medida que me concentro nas necessidades do outro, crio a empatia, a parceria e o amor que sobrepuja nosso desejo egoísta de ser feliz a qualquer custo, custe o que custar! Por isso, a você querida irmã que está prestes a entrar no casamento ou vc que já está nesse caminho de tanto aprendizado, se concentre em amar o outro de maneira sacrificial e certamente com a felicidade do outro que também é sua (já que somos um) seremos felizes!

Ponto final desta vida

Ah vida…você passa tão depressa e a gente só se dá conta disso quando lidamos com a tragédia e a perda!

Deus já nos tinha avisado sobre isso na Sua palavra, mas ainda somos pegos de surpresa pela brevidade com que ela se vai, pela dor repentina e pela sensação de perda de controle quando situações como a perda de um ente querido ou o diagnóstico de uma doença grave acontece! Mas, é realmente isso! Não estamos no controle! Mas, nós nos submetemos ao controle e aos planos Daquele que não perde nenhum fio da história de nada e de ninguém, Aquele que nunca é pego de surpresa! Para aqueles que se vão, mesmo que cedo ao nosso ver, e se vão como filhos de Deus porque confiaram suas vidas ao controle dEle enquanto aqui, Ah esses queridos…estão em um lugar que mente nenhuma imaginou aquilo que Deus preparou para aqueles que O amam! Para nós que ficamos sem saber o porquê e sem saber o dia em que a nossa partida também chegará ficam várias lições, uma delas é viver a vida como se realmente não houvesse amanhã, no sentido de amar e perdoar, recomeçar e valorizar! Outra é que, por haver a certeza que a vida não termina aqui, esteja certo sobre onde você tem depositado sua esperança futura, para a eternidade! Quem se entrega ao controle completo do amor de Cristo aqui tem algo infinitamente maior e melhor o esperando quando o ponto final desta vida chegar, lá é eterno como Ele o é!

Projeto 333

“Em linhas gerais, o Projeto 333 é um desafio minimalista criado pela Courtney Carver, para simplificar a rotina de se vestir.  A ideia é escolher 33 itens de vestuário – incluindo roupas, acessórios, jóias e calçados – e se comprometer a usar somente esses itens por um período de 3 meses, guardando o restante fora da sua vista. Depois de 3 meses, você revisita esses itens que foram guardados, compara com os que você estava usando antes, e adapta seu grupo de 33 peças para os próximos 3 meses, fazendo um ciclo que leva em consideração as estações do ano.” (Mila Bueno)

Pois bem gurias, decidi aceitar o desafio! Já tem sido um hábito na minha vida praticar o desapego, especialmente com as minhas roupas. Mas de uns tempos pra cá começamos (eu e o Di) a estudar e pesquisar um pouco mais sobre o estilo de vida minimalista, estamos apaixonados pela visão de ter menos coisas desnecessárias e mais coisas essenciais e de melhor qualidade. Por isso estou fazendo pelos próximos meses esse Projeto 333, a gente escolhe 33 peças, excluindo as peças de usar em casa, academia e peças íntimas, fora isso todo o resto precisa entrar dentro dessas 33 peças.

O foco é conseguirmos enxergar o que realmente é necessário para o nosso dia a dia e para os nossos compromissos.

Eu comecei escolheu uma paleta de cores, aquelas que eu tenho me identificado ao longo do tempo…

 

As cores que curto usar são preto, branco, cinza (apesar de não estar na foto), rosê, mostarda, jeans e bege.

Tive que separar bastante roupa de frio porque ainda estamos em Julho, e na Igreja onde trabalhamos fica em uma cidadezinha onde faz bastante frioooo hahaha então já viu né!

Até agora estamos indo bem… não tenho sentido muita falta de roupas que não foram escolhidas. E o mais legal é que a gente precisa pesquisar e ter um pouquinho de criatividade para compor os lookinhos.

Minha ideia futura é construir um guarda-roupa cápsula, onde eu tenha peças chaves para compor vários looks, podendo assim ter menos.

O consumismo está cada vez mais acelerado e a gente ter um mente mais consciente sobre aquilo que compramos é muito importante. Aos poucos essa ganância por ter e comprar vai nos consumindo e paramos de ser gratos por aquilo que temos, acabamos inventando necessidades, sendo que o que realmente nos é suficiente fica esquecido.

É isso gurias… ao final dos 3 meses veio dar um retorno sobre como foi a minha experiência!

bjinhos

Ju.

Conheçam Lauren Daigle

Lauren Daigle, é uma guria cristã de 27 anos que tem alcançado milhares de ouvidos com música boa. Levando o evangelho e a Cristo através das suas canções.

Eu, particularmente, a conheço desde que ela lançou seu canal com alguns covers de músicas cristãs.

Acho tão linda a história dela.

Lauren tentou entrar para o American Idol, aquela competição de música tão famosa nos EUA, e não passou nas fases finais, por dois anos. Depois desses “nãos”, Deus começou a trabalhar em seu coração. Entrar para o American Idol seria uma experiência legal, mas seria uma experiência vazia, porque Deus não seria o ponto crucial. E ela sabia que seu coração não estaria conectado, a não ser pela adoração/louvor.

Depois do American Idol, dentre algumas oportunidades ao longo deste trajeto, ela começou a gravar covers de músicas cristãs.

Eu acho incrível o que Deus fez através da obediência dela em querer servir a Deus exclusivamente.

Hoje, a Lauren é uma artista cristã com vários prêmios e reconhecimento internacional. Tenho certeza que você já ouviu a voz dela rouquinha por aí, nas rádios da sua cidade.

Um outro ponto, que pessoalmente, eu gosto nela é que, o fato dela ter estourado e estar fazendo tanto sucesso e ganhando prêmios não a mudou. Você pode pegar vídeos dela se apresentando e a maneira dela se vestir, de usar um coque bagunçado, com pouca maquiagem, não mudou! (Não que não pudesse usar todas essas coisas), mas adoro a simplicidade dela! Isso me inspira!

Espero que você seja abençoada através das músicas e do exemplo dela!

Deixo aqui uma música que me marca, me arrepia e faz chorar!

Sororidade

No último domingo, estava dando aulas paras as minhas adolescentes pela manhã e elas estavam me contando de uma briga que aconteceu entre duas mulheres. Uma delas soltou esta palavra “sororidade”, eu confesso que fiquei pensativa sobre o assunto. Primeiro porque minhas adolescentes estão ouvindo sobre isso, que está intimamente ligado ao movimento feminista, então já está nos meus planos para a nossa próxima aula conversarmos um pouco sobre a história do movimento feminista, seus impactos, o que ele representa hoje e o que tudo isso pode concordar e discordar com a Bíblia.

Segundo, pensei sobre o que esta palavra significa hoje, no nosso século e para a nossa geração. Fiz minhas pesquisas e descobri que a Sororidade está ligada a solidariedade, empatia, companheirismo e respeito com outra mulher ou como a raiz latim da palavra diz, “irmã”.
O movimento feminista atual prega a ideia de apoiar outras mulheres, até aí não tenho problemas, meu grande questionamento é que esse apoio vai até onde?
Recentemente um caso de traição no meio artístico veio a tona e a falta de sororidade de outras mulheres, trouxe essa palavra a famosa “modinha”.

Para explicar melhor o meu ponto de vista… eu tenho uma amiga de infância, melhor amiga até hoje que é uma das pessoas mais diferentes de mim que eu conheço, temos gostos diferentes, jeitos, temperamentos, reações, sonhos, enfim, muitas coisas diferentes. E apesar de eu amá-la como minha irmã, nunca passei a mão na cabeça dela quando a via tomando decisões erradas, pelo contrário, dava cada puxão de orelha! Mas isso só fortificou a nossa amizade. Minha questão com a sororidade feminista é o passar por cima de tudo, sem julgamentos, porque afinal precisamos nos apoiar acima de tudo, por uma causa maior… não penso assim e não vejo a bíblia nos advertindo a fazermos o mesmo!

Estou fazendo um estudo sobre “Relacionamentos Intencionais” que a Fran do blog Graça em Flor publicou e é um assunto que eu venho conversando com o meu marido, sobre sermos intencionais nas nossas amizades e conversas, sermos profundos. Quando nos relacionamos de forma profunda com alguém, nos colocamos em um lugar de fragilidade, onde mostramos nossas fraquezas, deixamos ser conhecidas como realmente somos. E eu vejo na bíblia que a verdadeira amizade é aquela que me ajuda a endireitar meus passos, tomar decisões acertadas, que me adverte com amor, que aponta meus erros e me oferece a mãos para caminharmos juntas, eu acredito que a verdadeira “sororidade” se é que podemos usar essa palavra, é aquela que se adequa a verdadeira amiga cristã.

A verdadeira amiga cristã se torna uma irmã na adversidade (Provérbios 17:17), ela nos exorta por lealdade e não nos deixa errando e aplaude (Pv. 27:5-6), ela não te corrompe, mas estimula a ser melhor (1 Co 15:33), é um eterno afiar e refinar (Pv. 27:17). Que possamos ser “irmãs” na verdade e de verdade, não por modinha, não por um apoio vago a ideais não bíblicos, mas para crescermos e juntas aprendermos a como glorificar o nosso Senhor.

ESCOLHA PELO QUE VALE A PENA “BRIGAR”…

“Brigar”está entre aspas porque não estou falando de barraco, mas sim daquelas discordâncias, chateações, diferenças que acontecem quando se vive em um relacionamento a dois.
Quem vê essa carinha de “PAZ” da foto, não imagina que esse serzinho aí tem um “coraçãozinho peludo” (como meu marido costuma chamar as reações pecaminosas que meu coração tem 😂). Antes de casarmos eu ficava muito chateada com muitas coisas, era ciumenta, implicava com a nossa falta de comunicação (porque namorávamos a distância)… enfim, era chato! Eu era chata!
Mas chegou uma hora (que a maturidade vem aparecendo) que eu precisava melhorar, precisava mudar, então comecei a perguntar “será que isso vale realmente a pena eu implicar, brigar e etc? Ou é algo que posso relevar?” Fazer essa reflexão, me ajudou muito! Além disso, há um pecado enraizado dentro dessas reações de chateação e implicância… chama egoísmo! Será que eu fico chateada porque as coisas não estão acontecendo como DEVERIA ou não estão acontecendo como EU gostaria? Do MEU jeito? Eu acredito muito no diálogo, tem coisas que chateiam e que precisam ser conversadas e resolvidas. Mas tem outras que muitas vezes são meros “caprichos” do meu “coraçãozinho peludo”, para o bem do nosso relacionamento e para ter “discussões” saudáveis, precisamos escolher melhor as nossas batalhas, escolher o que realmente vale a pena o desgaste da chateação. Eu acredito que a discordância é importante e gera maturidade para o casal, por isso acho que toda “briga” deve ser bem resolvida, conversada e perdoada para que vocês possam sempre RECOMEÇAR, afinal o perdão é o cultivo necessário do amor! Mas tem outras coisas que RELEVAR é possível e muitas vezes é até a melhor opção!